A entrada do computador nas instituições de ensino exige um novo perfil do educador, mais ligado aos recursos da modernidade. Conforme leituras realizadas, pude observar que a sala de aula de hoje precisa ter três profissionais: o educador, o programador e o especialista em telecomunicações.
O quadro -negro foi inventado no século XVIII, pelo professor escocês James Pillans. Foi o primeiro grande salto da educação. Antes se discursava para muitos, mas aula mesmo era para poucos. O computador traz o segundo salto. O computador exige um novo tipo de profissional, o professor do meu tempo vai desaparecer, ele não está mais sozinho. Três pessoas irão elaborar a aula\; aquele que chamamos de professor, alguém que entenda de programação para colocar no computador o que o educador quer ensinar, e um terceiro, da área de telecomunicações, para espalhar isso na rede virtual.
Na era da informática, o aluno chega na sala de aula sabendo de coisas que o professor desconhece. O ator principal não é mais o professor. São o professor, o aluno e a mídia. Ele não é mais o dono do saber, nem da informação.
O professor tem que ser humilda e estar ciente de que o que ele aprendeu na universidade valeu até aquele dia e daí tem que aprender de novo, se atualizar. Ele precisa compreender que o aluno pode estar fazendo coisas que ele não domina e reconhecer seus limites, se não for capaz de utilizar as novas tecnologias digitais.
A educação pela Internet potencializa a chance de termos um ensino mais igualitário para todas as classes sociais.
O computador entrou de tal forma nas nossas vidas que é difícil lembrar como nos correspondíamos antes dos emails, dos sites de relacionamentos e MSNs. A educação ainda é um dos poucos setores que permanecem distantes das maravilhas tecnológicas existentes. EStamos engatinhando ainda, mas vamos chegar lá! Agora, em muitas salas de aulado Brasil o domínio do giz começa a dar lugar à era digital. Importantes iniciativas públicas , inclusive o MEC, finalmente passaram a utilizar o computador como ferramenta educativa e não mais como simples máquina de escrever modernizada. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Ensino a Distância (ABED) revela que o ano de 2008 foi fechado com cerca de 1,3 milhão de alunos aprendendo via internet. Estes dados, hoje devem estar bem mais avançados, devido ao aumento de procura de alunos , inclusive nas universidades, com o oferecimento de cursos em EAD.
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