Texto: Mª Antonia Sánchez - Pintora y grabadoraFoto: Manuel Oriol
A veces, no somos los protagonistas
de las soluciones de nuestros problemas.Si lo fueramos, los habríamos solucionado mucho antes.
Publicado por Manel Oriol
quarta-feira, 22 de julho de 2009
EDUCADORES DO FUTURO
A entrada do computador nas instituições de ensino exige um novo perfil do educador, mais ligado aos recursos da modernidade. Conforme leituras realizadas, pude observar que a sala de aula de hoje precisa ter três profissionais: o educador, o programador e o especialista em telecomunicações.
O quadro -negro foi inventado no século XVIII, pelo professor escocês James Pillans. Foi o primeiro grande salto da educação. Antes se discursava para muitos, mas aula mesmo era para poucos. O computador traz o segundo salto. O computador exige um novo tipo de profissional, o professor do meu tempo vai desaparecer, ele não está mais sozinho. Três pessoas irão elaborar a aula\; aquele que chamamos de professor, alguém que entenda de programação para colocar no computador o que o educador quer ensinar, e um terceiro, da área de telecomunicações, para espalhar isso na rede virtual.
Na era da informática, o aluno chega na sala de aula sabendo de coisas que o professor desconhece. O ator principal não é mais o professor. São o professor, o aluno e a mídia. Ele não é mais o dono do saber, nem da informação.
O professor tem que ser humilda e estar ciente de que o que ele aprendeu na universidade valeu até aquele dia e daí tem que aprender de novo, se atualizar. Ele precisa compreender que o aluno pode estar fazendo coisas que ele não domina e reconhecer seus limites, se não for capaz de utilizar as novas tecnologias digitais.
A educação pela Internet potencializa a chance de termos um ensino mais igualitário para todas as classes sociais.
O computador entrou de tal forma nas nossas vidas que é difícil lembrar como nos correspondíamos antes dos emails, dos sites de relacionamentos e MSNs. A educação ainda é um dos poucos setores que permanecem distantes das maravilhas tecnológicas existentes. EStamos engatinhando ainda, mas vamos chegar lá! Agora, em muitas salas de aulado Brasil o domínio do giz começa a dar lugar à era digital. Importantes iniciativas públicas , inclusive o MEC, finalmente passaram a utilizar o computador como ferramenta educativa e não mais como simples máquina de escrever modernizada. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Ensino a Distância (ABED) revela que o ano de 2008 foi fechado com cerca de 1,3 milhão de alunos aprendendo via internet. Estes dados, hoje devem estar bem mais avançados, devido ao aumento de procura de alunos , inclusive nas universidades, com o oferecimento de cursos em EAD.
O quadro -negro foi inventado no século XVIII, pelo professor escocês James Pillans. Foi o primeiro grande salto da educação. Antes se discursava para muitos, mas aula mesmo era para poucos. O computador traz o segundo salto. O computador exige um novo tipo de profissional, o professor do meu tempo vai desaparecer, ele não está mais sozinho. Três pessoas irão elaborar a aula\; aquele que chamamos de professor, alguém que entenda de programação para colocar no computador o que o educador quer ensinar, e um terceiro, da área de telecomunicações, para espalhar isso na rede virtual.
Na era da informática, o aluno chega na sala de aula sabendo de coisas que o professor desconhece. O ator principal não é mais o professor. São o professor, o aluno e a mídia. Ele não é mais o dono do saber, nem da informação.
O professor tem que ser humilda e estar ciente de que o que ele aprendeu na universidade valeu até aquele dia e daí tem que aprender de novo, se atualizar. Ele precisa compreender que o aluno pode estar fazendo coisas que ele não domina e reconhecer seus limites, se não for capaz de utilizar as novas tecnologias digitais.
A educação pela Internet potencializa a chance de termos um ensino mais igualitário para todas as classes sociais.
O computador entrou de tal forma nas nossas vidas que é difícil lembrar como nos correspondíamos antes dos emails, dos sites de relacionamentos e MSNs. A educação ainda é um dos poucos setores que permanecem distantes das maravilhas tecnológicas existentes. EStamos engatinhando ainda, mas vamos chegar lá! Agora, em muitas salas de aulado Brasil o domínio do giz começa a dar lugar à era digital. Importantes iniciativas públicas , inclusive o MEC, finalmente passaram a utilizar o computador como ferramenta educativa e não mais como simples máquina de escrever modernizada. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Ensino a Distância (ABED) revela que o ano de 2008 foi fechado com cerca de 1,3 milhão de alunos aprendendo via internet. Estes dados, hoje devem estar bem mais avançados, devido ao aumento de procura de alunos , inclusive nas universidades, com o oferecimento de cursos em EAD.
Educação na Era da Internet-Novas Ferramentas da tecnogia estão mudando o jeito do aluno aprender
O ensino à distância muitas vezes representa a diferença entre aprender ou não. O ensino é acompanhado o tempo todo pelo professor, além de trabalhos, utiliza-se o Chat (m bate-papo) nos quais discutem as matérias e também são avaliados. A prática já é rotina na maioria das escolas particulares e em algumas escolas estaduais. A expectativa é que mais gente tenha acesso a esta tecnologia, o grande desafio é não perder a qualidade do ensino e aumentar o número de pessoas num menor espaço de tempo, proporcionando informações tecnológicas aos alunos, informatizando-os , ou seja, colocando-os em contato com este mundo virtual em que esamos vivendo!
A Educação áà distância não é a única forma de a tecnologia aprimorar o ensino no Brasil. Há uma imensa variedade de softwares e outrios recursos da informática que tornam as aulas mais interessantes e atraentes aos alunos e facilitam a aquisição de novos conhecimentos facilitando o acesso à pesquisa.
O professor deixa de ser o único dono do saber!
Segundo uma entrevista com o Senador Cristóvão Buarque, ex-ministro da educação, o professor é cabeça, coração e bolso. " Bolso bem remunerado, coração bem dedicado e cabeça bem informada. O computador tem de estar na cabeça dele." Além disso, os professores devem entender que as pessoas vivem ligadas à interne. Eles têm que falar a lingua do aluno. Afinado com esses recursos interativos, o professor cumprirá com mais eficiência a tarefa de ensinar.
A Educação áà distância não é a única forma de a tecnologia aprimorar o ensino no Brasil. Há uma imensa variedade de softwares e outrios recursos da informática que tornam as aulas mais interessantes e atraentes aos alunos e facilitam a aquisição de novos conhecimentos facilitando o acesso à pesquisa.
O professor deixa de ser o único dono do saber!
Segundo uma entrevista com o Senador Cristóvão Buarque, ex-ministro da educação, o professor é cabeça, coração e bolso. " Bolso bem remunerado, coração bem dedicado e cabeça bem informada. O computador tem de estar na cabeça dele." Além disso, os professores devem entender que as pessoas vivem ligadas à interne. Eles têm que falar a lingua do aluno. Afinado com esses recursos interativos, o professor cumprirá com mais eficiência a tarefa de ensinar.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Atividade do Bloco do Passo- NTE
O Bloco do Passo é um grupo de percussão e canto dirigido por Lucas Ciavatta e composto por jovens entre 16 e 21 anos. Desde 1998 a força e a criatividade da música do Bloco do Passo vêm impressionando e surpreendendo o público que o assiste. O que causa maior admiração é a variedade e a riqueza das propostas musicais apresentadas com precisão e qualidade. O repertório do grupo inclui ritmos, como o samba, o maracatu, o congo, o alujá; cantos, como E
O Passo é, acima de tudo, uma ferramenta para construir conhecimento. Independente da música que você já faça ou queira fazer, você precisará de um controle mínimo de ritmo e som. É esse controle mínimo que O Passo quer possibilitar. A partir de um determinado ponto, há habilidades e compreensões específicas de cada tipo de música. O Passo não quer ir até lá. O Passo é um método para a construção de uma base. Neste sentido ele é para iniciantes. Mas o que percebemos com o tempo é que vários iniciados levam suas vidas profissionais com uma base extremamente frágil, cheias de lacunas. Estes profissionais têm se aproximado d'O Passo exatamente para preencher estas lacunas. Neste sentido O Passo é para todos. mboladas e Incelenças; e experimentações que investigam as relações de tempo e espaço.
O Passo é, acima de tudo, uma ferramenta para construir conhecimento. Independente da música que você já faça ou queira fazer, você precisará de um controle mínimo de ritmo e som. É esse controle mínimo que O Passo quer possibilitar. A partir de um determinado ponto, há habilidades e compreensões específicas de cada tipo de música. O Passo não quer ir até lá. O Passo é um método para a construção de uma base. Neste sentido ele é para iniciantes. Mas o que percebemos com o tempo é que vários iniciados levam suas vidas profissionais com uma base extremamente frágil, cheias de lacunas. Estes profissionais têm se aproximado d'O Passo exatamente para preencher estas lacunas. Neste sentido O Passo é para todos. mboladas e Incelenças; e experimentações que investigam as relações de tempo e espaço.
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